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Feito Por Ellas

“Dentro do período que sucedeu ao fim da minha colaboração na Caixa Social de Catoca escrevi dois livros, portanto carrego com honra este fim”: diz a jurista Maria Lima

A ex-administradora executiva da Caixa Social de Catoca, Maria Lima, considerou que a sua passagem pela instituição foi um marco de crescimento pessoal e profissional.

Segundo Dra. Lima, assumir funções na instituição exigiu colocar a missão acima dos interesses pessoais.
“Ensinou-me a ser mais humana, mais empática e liderar de forma servil, porque não era sobre mim, mas sobre a instituição e sobre o futuro”, explicou.

Durante o seu mandato, destacou-se na promoção da boa governança e na defesa de políticas públicas voltadas para a justiça social. No mesmo período, certificou-se como conselheira de empresas no Brasil, posicionando-se como voz activa em temas de ética, integridade, combate à corrupção e responsabilidade social.

“Foi na Caixa Social de Catoca que eu descobri a minha missão, que resume-se em trazer justiça social para o mercado de trabalho”, afirmou.

A saída da administradora resultou de uma decisão colegial do Conselho e dos associados, no quadro de uma reestruturação. Foi nesse período, já após a saída, que escreveu duas obras.

Actualmente, Maria Lima dedica-se à consultoria estratégica, apoia associações mutualistas e empresas na implementação de sistemas de governança corporativa e de controlo interno. Sem pressa em integrar uma nova estrutura organizacional, deixou claro o que a move: “Eu não trabalho por dinheiro. Os meus valores não estão à venda e não são negociáveis. O que me move são projectos que deixam legado para as próximas gerações.”

Texto: Janeth Cabeia.

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